La lengua extranjera de Alejandra Pizarnik. Notas sobre los Diarios

Autores

  • Julieta Lerman

DOI:

https://doi.org/10.34096/zama.a6.n6.1527

Palavras-chave:

Alejandra Pizarnik, Franz Kafka, Diarios, literatura menor, desterritorialização

Resumo

Poderíamos dizer que a escrita de Alejandra Pizarnik, assim como a de Franz Kafka, também se encontra desterritorializada no sentido em que é concebido por Deleuze e Guattari. Filha de imigrantes judeus, esta autora estabelece com o espanhol uma relação de conflito na qual se problematiza, igualmente, a relação com a cultura nacional. Escrever sem possuir uma língua, se tornar estrangeira no seu próprio idioma, constitua talvez a estratégia pizarnikiana para se legitimar. 

A escrita de Kafka seja talvez a referência literária mencionada com maior contundência nas anotações dos últimos anos da década de 1960; é o modelo a seguir na procura de um estilo que Pizarnik chama “prosa normal”. Examinar os Diários de Pizarnik à luz das problematizações implicadas na escrita de Kafka ilumina zonas de análise como a fusão entre viver e escrever, a “condição verídica” dos textos que traspassa o autobiográfico (Nora Catelli), e a estrangeria no sentido sociológico de George Simmel. 

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Edição

Seção

Artículos

Como Citar

La lengua extranjera de Alejandra Pizarnik. Notas sobre los Diarios. (2015). Zama, 6(6), 59-65. https://doi.org/10.34096/zama.a6.n6.1527