Ruinas y orfandad como soportes de la escritura o una alternativa para leer la decadencia en Julián del Casal

Autores

  • Rocío Fernández CONICET-UNMDP-INHUS

DOI:

https://doi.org/10.34096/zama.a.n14.10431

Palavras-chave:

Julián del Casal; modernismo latino-americano; decadentismo; ruínas; orfandade

Resumo

O objetivo deste artigo é refletir sobre a configuração da decadência em uma série de crônicas e poemas de Julián del Casal (1863-1893). Para isso, trabalharemos, em primeira instância, com a ruína da nobreza de Havana e a encarnação de tal ruína como estratégias para configurar uma subjetividade decadente. Em segundo lugar, o foco será nas diferentes formas em que o desenho das imagens nos poemas de Hojas al viento (1890) permite ao sujeito não apenas reviver a experiência da orfandade mas também, como na decadência da nobreza, aprofundá-la ainda mais a fim de esvaziar os sentidos do mundo e, assim, sustentar e impulsionar a literatura. Por sua vez, esta abordagem procurará problematizar as formas como os críticos têm pensado o decadentismo cubano para passar de uma análise comparativa e/ou corroborativa que procura encontrar no modernismo uma série de temas decadentes, para começar a pensar o decadentismo como uma poética que corrói os sinais da realidade para dar forma a uma subjetividade arruinada.

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Publicado

2022-12-18

Edição

Seção

Artículos

Como Citar

Ruinas y orfandad como soportes de la escritura o una alternativa para leer la decadencia en Julián del Casal. (2022). Zama, 14. https://doi.org/10.34096/zama.a.n14.10431