El cuerpo se acostumbra a todo. Mirada, tacto e histrionismo en Una excursión a los indios ranqueles

Autores

  • Patricio Fontana

DOI:

https://doi.org/10.34096/zama.a7.n7.2184

Palavras-chave:

Mansilla, tato, olhar, corpo, olhar háptico, histrionismo, pastelão

Resumo

Este artigo analisa a relevância, que em várias ordens, adquire o corpo de Mansilla em Una excusión a los indios ranqueles (1870). Portanto, em princípio, se faz ênfase sobre como nesse texto se articulam dois sentidos -o olhar e tato- em relação à mobilidade do corpo de Mansilla. Assim, propõe-se que nele pode se notar uma modulação literária de aquilo que, com motivo da pintura de Francis Bacon, Gilles Deleuze chamou de “olhar háptico” e, ainda mais, tentando ensaiar às vezes uma espécie de escrita táctil. Em seguida, sobressaem algumas cenas que protagoniza Mansilla para propor que em Una excusión a los indios ranqueles se produz um relevo do militar para o pastelão.  O histrionismo de Mansilla – sua predisposição para fazer a comédia - é outra forma de atar corpo e olhar (neste caso, o olhar dos outros, do público).

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Edição

Seção

Artículos

Como Citar

El cuerpo se acostumbra a todo. Mirada, tacto e histrionismo en Una excursión a los indios ranqueles. (2016). Zama, 7(7), 17-32. https://doi.org/10.34096/zama.a7.n7.2184