Memoria, proliferación y fama en la Historia verdadera de la conquista de la Nueva España
DOI:
https://doi.org/10.34096/zama.a5.n5.1146Palavras-chave:
Discurso colonial, memória, historiografiaResumo
A memória tem sido uma das principais preocupações da crítica em relação às crônicas da conquista do México (e as crônicas das Índias, em geral). Seu campo de estudo inclui a tensão entre a experiência e o saber letrado, a autoridade da testemunha ocular, a disputa sobre o discurso historiográfico e a autoridade enunciativa. Neste contexto, a Verdadeira História de Bernal Díaz del Castillo tornou-se texto central na leitura das inflexões da memória, principalmente devido à insistência de um narrador que descreve-se como um grande memorialista. Neste artigo pretendo explicar as inflexões da memória, analisar como este apelo a memoria é feito do ponto de vista retórico, qual é o papel do esquecimento, qual é o papel da alegoria da Fama, e como os usos da memória fornecem essa melodia e sabor peculiar à história de Bernal Díaz del Castillo.