"Naranjo en flor". Métrica y fraseo en el tango cantado

Autores

  • Gisela Peláez

DOI:

https://doi.org/10.34096/zama.a7.n7.2196

Palavras-chave:

tango, fraseo, estrutura métrica

Resumo

Escolhi o estribilho do tango “Naranjo en flor” para analisar o fraseo de três cantores: Jorge Linares, Floreal Ruiz e Roberto Goyeneche. Com a ajuda dum software específico, medi em milissegundos a articulação de cada som do canto e do acompanhamento orquestral, para ver como interatuam ambos estratos. Considerando que para a composição do tango, e de muitos outros géneros cantados, tem uma correspondência entre o ritmo do verso e a acentuação do compasso ou estrutura métrica, o ouvinte espera que coincidam os acentos do texto e da música. Porém, o análise destos exemplos mostra que o cantor apaga essa lógica com o fraseo, atrasando ou adiantando seu canto, que só as vezes coincide com a estrutura do acompanhamento orquestral. Cada interpretação produz um jogo de expetativas com o público, que reforça a sensação do espontâneo e irrepetível da interpretação e renova o sentido do texto intensificando-o ou contradizendo-o.

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Edição

Seção

Dossier. Tango: interpretación, autoría y escucha

Como Citar

"Naranjo en flor". Métrica y fraseo en el tango cantado. (2016). Zama, 7(7), 171-176. https://doi.org/10.34096/zama.a7.n7.2196