Rodolfo Walsh entre el monumento y el futuro

Autores

  • Juan Pablo Luppi

DOI:

https://doi.org/10.34096/zama.a7.n7.2191

Palavras-chave:

estilo, leitura, tradição, violência

Resumo

A posição inicial de Walsh na literatura argentina pode filiarse com a linha borgeana que, praticando com géneros massivos uma intervenção cultural sobre a tradição, imprime à língua uma entoação particular de alcance universal. A recepção crítica (Ford, Rama, Viñas, entre outros) tem assinalado a oposição com Borges no ênfase paulatino que cobra a política nessa intervenção, até confundir a obra com a vida e resignificar ambas pela morte. Mas, ademais, Borges é o precursor desviado durante as duas décadas seguintes à última ditadura, desde operações críticas como as de Saer e Piglia, que diferem na valoração de Walsh. Nessa rede posborgeana, que reorganiza o canon em torno da violência do presente ocluida por Borges baixo a história de antepassados heroicos, Walsh funciona além do viés biográfico e histórico, pela potencia vigente de um estilo elaborado em ações de leitura e escritura.

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