Atores, línguas e linguagens na paisagem linguística hospitalar: entre a privatização e a agência

Autores

  • Milagros Vilar

DOI:

https://doi.org/10.34096/sys.n35.6938

Palavras-chave:

paisagem linguística, políticas linguísticas, comunicação em saúde, gestão de línguas

Resumo

Neste trabalho apresentamos um estudo de caso realizado em um hospital público da cidade de Buenos Aires, acerca do rol das línguas e as linguagens na comunicação hospitalar. A análise do cruzamento entre os atores e as linguagens permite observar um espaço da comunicação em saúde desregulado, onde as instituições se propõem monolíngues e deixam boa parte da agenda comunicacional nas mãos do setor privado o as ONG. Já a diversidade linguística e cultural da população que efetivamente atende-se no hospital fica nas mãos de indivíduos que assumem o rol de mediadores entre o Estado e as comunidades. 

Através da observação direta, as entrevistas a usuários e a coleta de textos multimodais disponíveis no espaço público, analisamos a paisagem linguística do hospital desde uma perspectiva etnográfica, que procura observar não só as línguas, mas também, fundamentalmente, aos falantes e o que eles fazem com as línguas e as linguagens. Da mesma forma, nossa mirada acerca da pluralidade linguística não se interessa exclusivamente pela diversidade de línguas, mas também pelas diferentes variedades, letos e estilos que se observam no hospital. 

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Publicado

2019-07-01

Edição

Seção

Dossier. Paisajes lingüísticos latinoamericanos: razones a favor, en contra y un montón de artículos

Como Citar

Atores, línguas e linguagens na paisagem linguística hospitalar: entre a privatização e a agência. (2019). Signo Y seña, 35, 67-88. https://doi.org/10.34096/sys.n35.6938