Ninguém? Sem ninguém? Mapuche?
Dissensos e mobilizações dos bairros periféricos ao centro contra o racismo de Viedma
DOI:
https://doi.org/10.34096/runa.v42i2.7959Palavras-chave:
mapuche, racismo, racialização, dissenso, Bairros popularesResumo
A partir de entrevistas e registros etnográficos de mobilizações que percorreram a cidade de Viedma (província de Río Negro) dos bairros populares ao centro, este trabalho analisa como o racismo impacta no cotidiano dessas pessoas –especialmente entre os coletivos Mapuche– e, em por sua vez, como elas enfrentam as narrativas hegemônicas e veiculam suas estratégias de resistência e fortalecimento. Enquanto os discursos hegemônicos reproduzem o racismo e naturalizam condicionamentos históricos, os discursos produzidos por coletivos Mapuche criticam esses efeitos e propõem uma leitura dissidente dos processos raciais, por meio dos quais questionam o papel do Estado e refletem sobre a história compartilhada, silenciada, a partir da qual procuram reconstruir seus laços como povo.
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