New Graphic Representation for Old Musical Experience: Analyzing Improvised Music
Keywords:
Este artigo aborda questões associadas à aplicação de várias ferramentas de análise gráfica na análise da improvisação livre. Por um lado, a improvisação livre tem a discutível reputação de não ter uma estrutura, de, presumivelmente, não ter uma base teórica e, portanto, não ser adequada pela análise. Por outro lado, um ouvinte concentrado é capaz de perceber estratégias construtivas e processos formais que podem ser descritos e qualificados. Além disso, a publicação em suportes gravados de algumas sessões de improvisação (por exemplo, Gruppo di Improvvisazione Nuova Consonanza ou New Phonic Art) induzem no público a sensação e o caráter de obra, algo que não é frequentemente premeditado mas que se transforma num componente essencial para a recepção com consequências que variam entre a avaliação estética e a emulação estilística. A investigação incidirá sobre diferentes modelos gráficos para uma análise da música improvisada do final da década de 1960, discorrendo sobre estrutura, tempo, gesto, som e performance.Abstract
In the focus of this paper are some questions inherent to the use of various graphic analytical tools in order to approach the analysis of free improvisation. On the one hand, free improvisation
has the doubtful reputation of having no structure, presumably no theoretical background and therefore being not suitable to analysis. On the other hand, a concentrated listener perceives
constructive strategies and formal processes, which can be described and qualified. Moreover, the publication of some improvisatory sessions on recorded media (for example by Gruppo di
Improvvisazione Nuova Consonanza or New Phonic Art) induced in the audience the sense of a work character which was mostly non premeditated, but that would become an essential component in its subsequent reception, with consequences ranging from aesthetic evaluation to stylistic emulation. The research will focus on various graphic models for analysis of improvised music of the late Sixties in order to make the discourse about structure, time, gestures, sound, and performance possible.
