El entramado del paisaje
Exposición Ana Teresa Barboza. Tejer las piedras, MALBA (Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires), exhibida entre el 8 de abril y el 29 de agosto de 2022.
DOI:
https://doi.org/10.34096/ps.n7.11864Palavras-chave:
geografia e arte, paisagem, arte têxtilResumo
Explorar as sinergias possíveis, as contribuições recíprocas e os diálogos que podem surgir entre diferentes formas de produzir conhecimento sobre a natureza e o território, como ocorre com a arte e a geografia, constitui um desafio estimulante. Se pensarmos a paisagem como um conceito híbrido, duplo, que nos remete simultaneamente a uma referência material e à sua representação, podemos começar a abrir nossas interpretações dela para novos caminhos. O referente e sua representação são construídos reciprocamente, alimentam-se mutuamente em um processo contínuo. As diferentes perspectivas sobre as paisagens enriquecem nossa compreensão: dão-lhes complexidade, dão conta de sua fragmentação, da dinâmica de sua configuração e da historicidade dos processos que as constituem. E se somarmos a isso uma técnica artística refinada e sutil para captar a visão e percepção da paisagem, nos encontramos com um trabalho que, sem dúvida, estimula a reflexão sobre o espaço através da apreciação artística. Ana Teresa Barboza (Lima, 1981) é uma artista peruana com uma sensibilidade primorosa para registrar a paisagem e o ambiente. A exposição Tecendo as Pedras, realizada no Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires (MALBA) entre abril e agosto de 2022, apresenta uma série de trabalhos que condensam um grande conhecimento ancestral sobre o meio ambiente e inúmeras técnicas artesanais, convidando-nos a pensar território, comunidades e paisagens em permanente transformação, sempre em mudança e em construção.
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