Dominação e distância cultural: incas e espanhóis em Cusco no século XVI

Autores

  • Gonzalo Lamana Facultad de Filosofía y Letras (FFyL), Universidad de Buenos Aires (UBA)

DOI:

https://doi.org/10.34096/mace.v6i0.13167

Palavras-chave:

distância cultural, Cuzco, século XVI, incas e espanhóis

Resumo

Este artigo examina a dimensão sociocultural da conquista por meio de um estudo de caso. Para tanto, opta por uma perspectiva teórica que considera a distância cultural como parte da dominação. A ênfase está em considerar a sociedade colonial inicial como intercultural e em gestação permanente, abandonando a noção de choque cultural devido à ênfase implícita em sua desestruturação. Busca-se recuperar como essa distância era administrada em um lugar sem regras compartilhadas, entre grupos que demonstravam uma tendência predominante a perceber o outro por meio da dinâmica de seus próprios conflitos. Nesse contexto, dá-se especial atenção às respostas da elite inca, entendendo os espanhóis como parte do contexto em que operavam.

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Publicado

1998-06-01

Edição

Seção

Artículos

Como Citar

Dominação e distância cultural: incas e espanhóis em Cusco no século XVI. (1998). Memoria Americana. Cuadernos De Etnohistoria, 6, 119-141. https://doi.org/10.34096/mace.v6i0.13167