Paraguaios, portugueses e mbayas em Concepción, 1773-1840

Autores

  • Nidia Areces Facultad de Humanidades y Arte (FHYA), Universidad Nacional de Rosario (UNR)

DOI:

https://doi.org/10.34096/mace.v8i0.11729

Palavras-chave:

Concepción, fronteira norte paraguaia, século XVIII, estratégias dos moradores

Resumo

A recolonização de Concepción, fronteira norte do Paraguai, iniciada em 1773 e programada sobre supuestos militares e arraigo de pobladores deliciosos por los rendimientos yerbateros e ganaderos e pela possibilidade de acesso a novas terras, tem um segnificado geopolítico para o governo colonial do Dr. Entre Concepción e Cuibá se estende uma ampla extensão territorial, fronteira disputada por brancos e índios. Na guerra, o comércio e o contrabando constituem atividades que não são apenas tipos de relações coexistentes, mas também aspectos indissolúveis de um mesmo processo. a análise da participação dos coletivos -paraguaios, portugueses e mbayás-, consultando atores e sucessos, permitirá desenterrar as formas operativas e as estratégias vitais rompidas por esses povos. A documentação do Paraguai e do Brasil foi revelada entre si para transmitir as visões de uns e outros, cruzando informações dos funcionários e dos moradores da fronteira.

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Publicado

2000-04-03

Edição

Seção

Artículos

Como Citar

Paraguaios, portugueses e mbayas em Concepción, 1773-1840. (2000). Memoria Americana. Cuadernos De Etnohistoria, 8, 11-44. https://doi.org/10.34096/mace.v8i0.11729