Ocupações de terra, acampamentos, secretos e conhecimentos: a produção social de uma mobilização no extremo sul da Bahia
DOI:
https://doi.org/10.34096/cas.i43.2996Palavras-chave:
Ocupações de terra, Mobilização, MST, Acampamentos, Tempo de reformaResumo
No mundo das ocupações de terra, durante o processo vivenciado pelos participantes de uma ocupação de terra e a posterior constituição de um “acampamento de lona preta” organizado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), a troca de informações, o deslocamento dos participantes da ocupação, as reuniões preliminares e as visitas prévias ao local da ocupação, assim como as alianças e trocas entre acampados, assentados, militantes e autoridades políticas locais, se tornam fundamentais. É através do levantamento etnográfico de uma mobilização organizada na região do extremo sul da Bahia, no Brasil, que analiso a existência de uma linguagem particular – por vezes restrito e outras vezes socializado- como parte de um circuito específico de transmissão de informações. Esta circulação forma parte dos mecanismos sociais que permitem a produção cotidiana de uma linguagem de demanda social coletiva e de processos de significação social.Downloads
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