Produção teórica e circulação de ideias nas ciências sociais argentinas. Três exemplos contrastantes entre as décadas de 1960 e 1970

Autores

  • Gastón Gil CONICET Universidad Nacional de Mar del Plata

DOI:

https://doi.org/10.34096/cas.i43.2170

Palavras-chave:

História das Ciências Sociais, Antropologia da Ciência, Neoevolucionismo, Fenomenologia, Ciência Nacional

Resumo

Este artigo apresenta três casos de desenvolvimentos teóricos nas ciências sociais argentinas entre as décadas de 1960 e 1970. São três exemplos contrastantes de como as ideias circulam em diversas tradições disciplinares (neste caso na antropologia e na sociologia) y como elas são apropriadas em contextos de periferia. Asim, são objeto da analise os principais fundamentos conceptuais –eventualmente metodológicos– sobre os quais foram definidos esses posicionamentos. A condição periférica das ciências sociais na Argentina –institucionalizadas definitivamente nos últimos anos da década de 1950– tem produzido um cenário favorável para gerar adaptações ecléticas e inovadoras em relação às teorias de maior peso nas tradições centrais, além das propostas que foram apresentadas como revolucionarias e transformadoras.

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Biografia do Autor

  • Gastón Gil, CONICET Universidad Nacional de Mar del Plata
    Doctor en Antropología Social. Investigador independiente del CONICET – Universidad Nacional de Mar del Plata. Mar del Plata,

Publicado

2016-11-25

Edição

Seção

Dossier - Artículos Originales

Como Citar

Produção teórica e circulação de ideias nas ciências sociais argentinas. Três exemplos contrastantes entre as décadas de 1960 e 1970. (2016). Cuadernos De antropología Social, 43, 51-71. https://doi.org/10.34096/cas.i43.2170