Depois da massacre: a memória como conhecimento histórico
DOI:
https://doi.org/10.34096/cas.i33.1416Palavras-chave:
Etnografia, Memória, Violencia, V ítimas, Recomposição socialResumo
Para que reviver experiências de violência? Por que perguntamos, os antropólogos sobre relatos de dor? A etnografia consegue ser uma ferramenta que ajude para a reconstrução pessoal e coletiva em sociedades que viveram situações traumáticas? Desde que ponto de vista se constrói a memória de eventos traumáticos e como ela se insere na narrativa da memória nos jogos de poder e subordinação, por uma parte, e a contra-hegemonia assim como a auto-afirmação pela outra?Essas questões são abordadas através da reflexão sobre a ocorrência de uma massacre acontecida na Colômbia durante o ano 2001: a chacina de Naya. Nesse texto se reconstrói a utilização de uma aproximação etnográfica com o intuito de entender a maneira em que um grupo de pessoas afetadas por este fato refaz o sentido da vida e inscreve o acontecido em determinados referentes cognitivos e emocionais. Neste processo, a pratica de indagação do antropólogo vai além de ser um meio de recuperação do passado para se volver parte da ação da reconstrução. Isto acontece pela relação que estabelece-se entre o antropólogo e o sujeito de estudo: um vínculo recíproco social e afetivo que projeta-se na ação social dos uns e dos outros.
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